Esses dias li um texto que meu amigo Jeff Appel compartilhou e que me tocou profundamente. Era sobre a despedida de um companheiro de quatro patas e fiquei extremamente emocionada. Por quase 15 anos tive o Petrus. Ganhei ele dos meus tiospadrinhos Renato Vieira Ostrowski e Neusa Maria Ostrowski.
O Petrus tinha sua caminha, mas na maior parte do tempo estava embaixo da minha cama. De dia, sempre nos meus pés (ou no colo). Quando eu ligava para meu pai ir me buscar, ele ouvia o telefone, começava a latir e correr pela casa, pois iria junto. Era uma festa quando balançávamos a chave do carro para passear... Que saudade!
No final da vida, ele usou fraldas e não andava mais. Morreu de infarto, em um domingo que estava toda a família na casa dos meus pais. Parece que esperou o momento em que estivessem todos reunidos, bem na hora do almoço. Deu uns gritinhos... Minha irmã Aline Stolf, que é veterinária, chegou a fazer massagem cardíaca. Perdê-lo foi uma das maiores dores da minha vida. Por noites acordei chorando de saudade. Mas, tudo isso, porque não há amor mais puro, leal e verdadeiro nessa Terra.
